(Entenda quem faz o quê no rejuvenescimento e nos tratamentos estéticos)
Quando o assunto é cuidar do rosto, é natural surgirem dúvidas sobre quem procurar: dermatologista ou cirurgião plástico? Ambos são especialistas altamente qualificados, mas atuam de formas diferentes — especialmente quando se trata de procedimentos estéticos e rejuvenescimento facial.
Este guia explica, de forma clara e objetiva, as principais diferenças entre esses profissionais, ajudando o leitor a fazer escolhas mais seguras e conscientes.
O que faz um dermatologista estético?
O dermatologista é o médico especializado na saúde da pele, cabelos e unhas. Dentro da dermatologia, existe a área estética e cosmiátrica, focada em tratamentos não cirúrgicos para rejuvenescimento e melhora da qualidade da pele.
Principais atuações do dermatologista estético:
- Tratamentos para rugas e linhas finas
- Controle de melasma e manchas
- Tratamento da acne e cicatrizes
- Procedimentos injetáveis (toxina botulínica, preenchimento, bioestimuladores)
- Lasers faciais
- Peelings
- Tecnologias como ultrassom microfocado e radiofrequência
- Avaliação e cuidado global da pele
Abordagem característica:
O dermatologista atua de forma minimamente invasiva, buscando resultados naturais, progressivos e com foco na qualidade da pele (textura, viço, manchas, firmeza e elasticidade).
O que faz um cirurgião plástico?
O cirurgião plástico é o médico especializado em cirurgias reparadoras e estéticas, incluindo correções estruturais e procedimentos mais invasivos.
Principais atuações do cirurgião plástico:
- Lifting facial cirúrgico
- Rinoplastia
- Blefaroplastia (pálpebras)
- Lipoaspiração de papada
- Implantes faciais
- Procedimentos reconstrutivos
Abordagem característica:
O cirurgião plástico trabalha com alterações estruturais do rosto, indicando procedimentos quando existe flacidez importante, excesso de pele ou quando resultados não cirúrgicos já não são suficientes.
Dermatologista x Cirurgião Plástico: diferenças principais
1. Tipo de procedimento realizado
- Dermatologista: procedimentos não cirúrgicos e tecnologias estéticas.
- Cirurgião plástico: procedimentos cirúrgicos e correções estruturais.
2. Objetivo principal
- Dermatologista: melhorar a qualidade da pele, suavizar sinais do tempo e prevenir o envelhecimento.
- Cirurgião plástico: reposicionar tecidos, corrigir excessos e modificar estruturas faciais.
3. Indicação ideal para cada profissional
Procure um dermatologista quando:
- Seu foco é prevenção do envelhecimento
- Você busca rejuvenescimento natural
- Deseja tratar manchas, poros, acne, textura e viço
- Quer procedimentos como toxina, preenchimento, lasers e skinbooster
- Prefere tratamentos com pouca ou nenhuma recuperação
Procure um cirurgião plástico quando:
- Há flacidez moderada a severa
- Você tem excesso de pele nas pálpebras
- Deseja correções estruturais (nariz, queixo, mandíbula)
- Procura resultados cirúrgicos, mais duradouros e profundos
Trabalham juntos? Sim — e os resultados são ainda melhores
Dermatologistas e cirurgiões plásticos frequentemente atuam de forma complementar, oferecendo um tratamento mais completo.
Por exemplo:
- O cirurgião pode realizar uma blefaroplastia, enquanto o dermatologista cuida da qualidade da pele e da manutenção dos resultados.
- Após um lifting facial, o dermatologista pode atuar com lasers, bioestimuladores e skincare médico para potencializar e prolongar os efeitos.
Qual profissional escolher para o seu caso?
A resposta depende do seu objetivo:
Se você busca prevenção, naturalidade, acabamento e melhoria da pele, o dermatologista é o mais indicado.
Se o seu caso exige correção estrutural ou envolve excesso de pele e flacidez intensa, o cirurgião plástico será a melhor escolha.
O ideal é sempre passar por uma avaliação médica especializada, que irá orientar o melhor caminho para você.
Conclusão
A dermatologia estética e a cirurgia plástica não competem — elas se complementam. Enquanto o dermatologista cuida da pele e do rejuvenescimento natural, o cirurgião plástico atua quando as mudanças precisam ser mais profundas ou estruturais.
Compreender as diferenças ajuda o leitor a tomar decisões mais seguras, com expectativas alinhadas e resultados mais satisfatórios.

